Os telemóveis tornaram-se o objecto de desejo da maioria das pessoas. Todos querem ter um iPhone de última geração ou o Blackberry mais recente ou um aparelho com o sistema Android. Seja pelo software ou pelo design, há pessoas que chegam a ter dois e mesmo três telemóveis, não fosse Portugal um dos países com mais telemóveis por pessoa.

No nosso país, já em 2007, existiam cerca de 81 aparelhos por 100 pessoas. Hoje em dia, mesmo com a crise que nos assola, talvez seja melhor nem imaginar para não ficarmos assustados. Com a rápida disseminação dos telemóveis vem, inevitavelmente, a pergunta: “O que será inventado a seguir?”. O número de rumores acerca do último telemóvel da Apple ou do mais recente aparelho da Google é, sem sombra de dúvida, elevado. Mas em vez de nos contentarmos com um futuro relativamente próximo porque não pensar acerca do está para vir daqui a uns bons anos?
Então, como é que será o telemóvel do futuro? Será maleável, inquebrável, ultra-fino, transparente? Os caminhos são muito variados e, tendo em conta a rapidez da evolução tecnológica, qualquer um deles parece viável. Muitos produtores destes aparelhos apresentam alguns telemóveis que parecem vir do futuro e, embora muitos não vejam a luz do dia, não deixam de ser um bom exemplo sobre o que poderá vir a ser produzido brevemente.

Uma dessas pérolas é o chamado “Window Phone”. Basicamente, o telemóvel foi feito para, tal como uma janela, reflectir o tempo que faz lá fora, ou seja, a sua aparência é semelhante à de uma pequena janela que se transforma consoante faz chuva, neve ou sol. O aparelho é fino e transparente, mas quando chove, por exemplo, fica embaciado e húmido. Se quiser escrever uma mensagem basta soprar e depois escrever. Este dispositivo é muito engraçado e bastante conceptual, mas parece ser igualmente útil em cidades onde o tempo está sempre a mudar.

A Nokia também é conhecida pelas suas constantes invenções. Uma delas é o Nokia CLIPit, um aparelho que já não é recente mas que não deixa de parecer próprio de um filme de ficção científica. O CLIPit tem os dados todos do telemóvel mas esta informação pode ser adquirida através de outros aparelhos. Mais recentemente, a Nokia lançou uma outra ideia muito engraçada. O Nokia Kinetic Device é um aparelho completamente flexivel e é a partir do movimento que podemos escolher as várias opções apresentadas. Ou seja, se quisermos aceder ao menu das fotografias basta torcer a ponta do telemóvel em direcção a nós próprios.

Mas a Nokia não é a única a trazer para o público telemóveis cada vez mais evoluídos. Existem fabricantes que se centram mais no ecrã, outras que dão mais atenção às ferramentas e à utilidade do aparelho, tentando que este seja acessível ao maior número de pessoas. Seja como for, parece que o futuro passa pela ausência de botões físicos e pelo domínio dos touch screen.

Por enquanto ainda não vai poder experimentar nenhuma destas evoluções mas não se preocupe porque os gadgets têm vindo a ser lançados com uma grande rapidez.

